quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

PARE OU MORRE!


Quem nunca ouviu falar,
Do cachimbo da paz,
Que o índio tamoio
Fumava para guerrear.

Hoje. O homem moderno compreendeu
Que usou muito tabaco no cigarro  de palha,
Só para se divertir e sonhar,
Mas, no passado, não sabia do que morreu!

Aquele que tem os alvéados sadios,
É um presente de Deus,
Porque nunca tragou a nociva fumaça
Que afeta a alma e o corpo sadio.

De cigarro entre os dedos, vendo os filmes americanos,
O povo aplaudia porque era moda dos artistas.
Passou a fumar olhando o comercial, cheio de alegria,
Já com os brônquios contraídos e não sabia!

Olhar uma bela jovem de cigarro na mão,
Era a melhor coisa da vida!
O moço, todo esbelto, a pegar a aba do seu chapéu,
Para conquistar a sua preferida.

Agora, os doutores aconselham: “ Pare agora ou morre!”
Inventaram a sigla DPOC:
“Doença pulmonar obstrutiva crônica”
Para advertir aqueles que ainda abusam do abusam do tabaco,
Enchendo o peito de fumaça como doce ilusão,
Mas que prejudica o seu lindo pulmão!

O vicio é o malefício que encurta a vida.
E, desde cedo, o homem já usava o rapé,
Depois de um gole de café,
Ou soprando fumaça entre os dedos do pé,
Para tira o bicho-do-pé.
Escritor Lindberg Albuquerque Brito
30/10/2010

Missa do Galo


O cristo rôto


Esta é uma história como uma história qualquer, só que com uma diferença: esta é verdadeira.
O que vamos narrar é real e aconteceu em Córdoba, há alguns anos... como hoje, ontem o robi era o de colecionar antiguidades. Todos como também por um simples toque de decoração.
Em toda casa  vemos alguma coisa antiga decorando uma sala, ou recordando um alguém muito especialmente caro, que morreu ou que partiu como por um toque de decoração.
Quem não coleciona, ou tem uma peça em jacarandá torneada ou moveis em plaquinha, não tem bom gosto. A assim se define a época  dos “trens antigos”.
Sabem quem sofre com isso? Quem paga caro com este robi? Onde encontram tudo isto? Na arte sacra ou igrejas! Quando muitos nas casas de quinquilharias.
Um desses ajuntadores de “cacos velhos”, ao passar por uma casa de bagatelas,como todos  fazem, começou a observar embasbacado as peças azinhavradas, quebradas, rotas, gastas e incompletas cobertas de um “sujo velho” no mais extasiante simbiote.
Da interjeição a interjeição o aficionado se arrasta, pelos setores da loja, quase caindo duro da  estupefação.
Naquela mar da expressividade, o nossa personagem incógnita , depara com um cristo fora do crucifico, roto, isto é sem cabeça e braços, observa-o com ternura e simplicidade e compra-o.
Como todo colecionador de bugigangas, o nosso caranguejo, do mar das interjeições, sabia ou entendia de restauração de imagens.
Aqui é que começa a história, embora saibamos que o narrado só aconteceu para restaurador de imagens, ou melhor, estes casos só acontecem com as pessoas de consciência passada, por isto é que são raras. Os outros estão com a sua consciência tranquila, pelo menos... ou consciência tranquila se tornou falta de memória.
Seja já que santo for. Isto aconteceu e nós somos testemunhas.
O nosso amigo depois que comprou o Cristo Roto, levou-o para casa e como tinha habilidades de entalhador, planejou uma restauração.
Preparou, primeiramente, a cabeça… a e quando foi colocá-la teve uma surpresa! Do espaço vazio, misteriosamente, saia uma voz que assim dizia:
-  ANTES DE COLOCAR ESTA CABEÇA, NOVA E BEM ENTALHADA, PARA COMPOSIÇÃO DA MINHA IMAGEM, QUE DURANTE MUITOS DIAS, IRÁ SUPLICAR A DEUS FAVORES FERMOS E PROGRESSO PARA VOCÊ. EXPERIMENTE COLOCAR, AQUI NESTE CORPO FRAGMENTADO PELOS TOMBOS, A CABEÇA DO SEU INIMIGO, PARA ADMIRÁ-LA PARA QUE HAJA PAZ E PROGRESSOS DIVINOS NO MUNDO.

O Turismo no momento da educação


O turismo sempre foi um grande fator de progresso na educação. Estamos evidentemente numa grande fase turística: é o que demonstra a técnica aplicada aos recursos naturais desde que ninguém segura. Via de regra, também na educação estamos num excelente estágio, uma vez que um é consequência do outro.
Estou importante época é destacada pela ex-pressão “... momento da Educação...” graças a tudo, inclusive ao Turismo, que aviva a guerra com a frágil infra-estrutura cultural.
Nesta indústria poderosa, que o Turismo representa, encontramos o turista como o responsável do sucesso alcançado pela educação.
Este elemento social rejeitado e explorado, luta e reluta contra o maior inimigo do Turismo: a Incompreensão na sua peregrinação levando sua experiência, a experiência da sua cidade, cidade grande, a grande atração dos habitantes de uma cidade em desenvolvimento.
Mas a sua cota de sacrifício não termina neste vale de lagrimas, porque neste momento da educação a sua participação. Precisa efetivar no interesse pela Educação.
Por estas imensas e sinuosas rodovias o turista vê como que marcos de uma civilização desprovida de recursos, em desenvolvimento, estudantes acenando a suplicar uma condução, após percorrer umas léguas ou para depois percorrer outras léguas., a pé, em direção à Escola.
Isto é o símbolo do Brasil que se agiganta!
Turista, Motorista participem da educação dando carona aos estudantes destas estradas brasileiras, o pai estará transformando um Brasil de amanhã para o desenvolvimento. Perguntas é a grande realidade brasileira que o turista realiza nesta “Década da Educação”.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Mais um terreiro de umbanda é condenado à destruição em São Gonçalo

Era o dia da liberdade, da abolição da escravatura e, na tradição da umbanda, da festa dos pretos velhos, entidades que simbolizam os povos do cativeiro. Mas, para Cristiano Ramos Batista, de 37 anos, herdeiro de uma das mais tradicionais famílias umbandistas de São Gonçalo, 13 de maio — e, especificamente, o de 2010 — tornou-se marco da luta contra a destruição de seu patrimônio religioso.
Nessa data, a prefeita Aparecida Panisset, evangélica, assinou um decreto desapropriando o terreno onde está, há 40 anos, o Centro Espírita Umbandista Caboclo Pena de Ouro, comandado por Cristiano. No dia seguinte, a decisão foi publicada no Diário Oficial do município.
Esta semana, outro marco da religião começou a ser posto abaixo na cidade: a casa no bairro de Neves onde, há 103 anos, foi fundada a umbanda. A demolição poderia ter sido evitada com um decreto da prefeita. Nesta quarta-feira, durante o abraço simbólico ao berço da umbanda, integrantes de religiões de matriz africana denunciaram que sofrem perseguição em São Gonçalo.
— Vivemos numa cidade na qual, há oito anos, não há um governante que respeite a diversidade religiosa do povo que o elegeu — afirma a ialorixá Mãe Márcia de Oxum.
O imóvel do Centro Caboclo Pena de Ouro será demolido para a construção de uma vila olímpica. Cristiano entrou na Justiça contra a obra:
— Queremos o direito de dar continuidade ao nosso trabalho espiritual.
O terreno do Centro Espírita Umbandista Caboclo Pena de Ouro tem 23 mil metros quadrados. Cerca de 60% da propriedade são de mata atlântica, com espécies nativas preservadas. O pai de santo, batizado na religião como Cristiano de Oxalá, conta que, no último ano, funcionários da prefeitura entraram na propriedade e começaram as obras. O religioso reclama que nunca houve diálogo apesar das várias tentativas.
— Tentamos negociar para que deixem pelo menos o espaço onde são realizados os trabalhos espirituais. Estamos lutando há um ano. Já fecharam a entrada da propriedade com tapumes, invadiram o terreno para passar manilhas. Agora, as obras estão paradas porque a verba para a vila olímpica foi bloqueada pelo Ministério dos Esportes — diz o pai de santo.
O templo nasceu há 40 anos no bairro de Sacramento. Antes, estava instalado em Niterói. A história de pai Cristiano de Oxalá tem raízes no terreiro destruído anteontem no bairro de Neves.
— Meu pai foi iniciado por Mãe Vitória, que frequentava o terreiro de Zélio de Moraes — relata, referindo-se ao fundador da religião.
Além da atuação religiosa, o Centro Espírita Caboclo Pena de Ouro distribui cestas básicas nos fins de ano e cede espaço do seu terreno para professores treinarem, gratuitamente, crianças no futebol:
— Somos aceitos por toda a comunidade. Temos apoio de todos os comerciantes locais, como de outros bairros que sempre nos prestigiaram na nossa cidade.

Livreo O bê-a-bá